A Comissão de Desenvolvimento Econômico do Governo de Santa Catarina, formada por representantes do governo estadual e coordenada pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, se reuniu nesta segunda-feira, 16, para avaliar medidas e ações que amenizem os possíveis impactos na economia, devido aos avanços do Coronavírus no Estado.


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Foto: Clóvis Perozin/SDE

Representantes das Secretarias de Turismo, Agricultura, Badesc, BRDE e diretorias da SDE, fizeram um levantamento dos principais setores a serem afetados e que servirá de base para elaboração do plano emergencial de desenvolvimento e apoio. O estudo será apresentado ao Governador, Carlos Moisés, nos próximos dias.

O secretário Lucas Esmeraldino reforçou, neste primeiro momento, a preocupação com os setores mais afetados, como micro e pequenos empreendedores, serviços e turismo, entre outros.

“Santa Catarina não pode e não vai parar. Estamos vivendo um momento exponencial, nunca vivenciado antes, onde precisamos focar na flexibilização das ações para que os impactos possam ser amenizados. Santa Catarina já enfrentou muitos desafios, como adversidades climáticas, enchentes, ciclones e crises mas, em todos eles, conseguimos superar e desta vez, não será diferente”, frisou o secretário.

Entre as possibilidades avaliadas, foram discutidas a criação de linhas de crédito específicas em parceria com o Badesc, BRDE e Governo do Estado. A estimativa é que o índice de Atividade Econômica retome ao seu crescimento, a partir do segundo semestre deste ano.

A presidente da Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina - Santur, Flavia Didomenico, falou sobre os impactos previstos no turismo e a importância de não cancelar, mas sim postergar eventos que podem ser realizados posteriormente.

"Com a privação do contato social, as pessoas deixam de circular e frequentar restaurantes, bares e, claro, deixam de viajar. O Turismo é essencialmente o deslocamento de pessoas e isso pode ocorrer por diversos motivos, seja pelo trabalho, negócios, lazer ou um evento em família. Com a restrição de convívio social o setor do turismo sofre um impacto violento com cancelamentos de voos, de viagens rodoviárias e, agora, mais recentemente, com a freada nas rotas de cruzeiros marítimos. E é pensando nesse impacto para os empresários e proprietários de negócios voltados ao turismo, que estamos buscando soluções para minimizar isso”, disse.

“É de fundamental importâncias as ações que estão sendo tomadas a nível de governo, sabemos que a situação é delicada mas o agronegócio não pode parar. Então, nosso principal pleito e discussão dentro do grupo de trabalho é delinear  as ações de manutenção do trânsito e deslocamento dos carregamentos de carnes, ovos, grãos, ração e demais insumos, para que se mantenha constante esse fluxo de abastecimento, de extrema importância para o setor agropecuário e todo o setor catarinense, respeitando claro, todas as restrições impostas, tanto pela secretaria da Saúde e Vigilância Sanitária em relação a prevenção e combate ao Coronavírus”, destacou o secretário Adjunto de Agricultura, Ricardo Miotto.


Estiveram presentes, ainda o presidente do Badesc, Eduardo Machado, o secretário executivo do Meio Ambiente (SEMA), Celso Albuquerque, o assessor da presidência do BRDE, Jean Matte, o economista da SDE, Paulo Zoldan, a diretora de Empreendedorismo e Competitividade, Letícia Duarte Lemos, o de Minas e Energia, Cristiano Alencar, e Thobias Furlanetti, coordenador de Geoinformação da SDE.


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Mônica Foltran
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